• Início
  • Destaque
  • Páginas
  • Setembro Azul promoveu inclusão e acessibilidade na saúde para comunidade surda em Vilhena 

Setembro Azul promoveu inclusão e acessibilidade na saúde para comunidade surda em Vilhena 

Programação realizada ao longo do mês contou com palestras, atendimentos e serviços de saúde 

A Secretaria Municipal de Saúde (Semus) promoveu, nos dias 23 e 24, a primeira edição do “Sinalizando a Saúde – Setembro Azul”, iniciativa voltada à promoção da visibilidade, inclusão e acessibilidade da comunidade surda nos serviços de saúde de Vilhena. 

A campanha surgiu a partir da identificação de fragilidades na comunicação e no atendimento de pessoas surdas e com deficiência auditiva na rede de saúde. A iniciativa foi idealizada e executada por residentes enfermeiros da Estratégia Saúde da Família (ESF), em parceria com profissionais da Atenção Primária à Saúde (APS), com o objetivo de ampliar a promoção e a prevenção em saúde e contribuir para a construção de um atendimento cada vez mais acessível e inclusivo. 

A programação foi dividida em dois dias. No dia 23, na Câmara Municipal, foram realizadas palestras com os temas “Saúde Mental da Pessoa Surda” e “Promoção e Prevenção da Saúde da Pessoa Surda na APS”. O momento proporcionou espaço para diálogo, troca de experiências, esclarecimento de dúvidas e discussão sobre os desafios enfrentados pela comunidade surda no acesso aos serviços de saúde. 

Já no dia 24, a programação foi realizada na Unidade Básica de Saúde Afonso Mansur (UBS), que contou com horário estendido para receber a comunidade. Durante o atendimento, foram ofertados serviços como consultas médicas, testes rápidos, exames preventivos, curativos e vacinação.

A ação também possibilitou que os próprios usuários relatassem as dificuldades encontradas anteriormente nos atendimentos de saúde e compartilhassem suas experiências diante de uma assistência em que a comunicação pudesse ocorrer de forma mais efetiva.

Para os participantes, a iniciativa reforçou a importância de garantir que a comunicação não seja uma barreira para o acesso à saúde. Com a possibilidade de expressar suas demandas de maneira mais completa e compreender as orientações dos profissionais, os usuários puderam vivenciar um atendimento mais acessível e adequado às suas necessidades. 

Semcom

Veja também

©2026